Claro — Onde tem você

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ArtmontPublicis Production

Índice

Claro

Onde tem
você

Artmont — film director Publicis Production
role
01

Visão da campanha

Tese de direção

Renovar a estética sem perder a força da Claro.

A linguagem cinematográfica é a tese principal. Grande angular próxima, movimentos decididos, cores afirmativas e mise-en-scène em profundidade fazem a marca parecer mais atual antes mesmo de qualquer efeito.

Moderna na forma. Humana no comportamento.

Ponto de partida

O piloto é muito legal e já traz um clima interessante. Minha ideia é evoluir esse caminho.

Preservamos

Tiago no primeiro segundo e venda direta.

Reinventamos

Lente, movimento, cor, blocking, transições e espaço para novidades.

O salto não está em complicar a ideia. Está em filmá-la com mais autoria.

Vamos evoluir o caminho visual da Claro: mais energia, mais cor, mais humor e uma linguagem que amplia tudo o que a marca já construiu.

Promessa sensorial

Pele viva • calor brasileiro • vermelho em ação • tecnologia desejável e próxima

Curva da campanha

A mesma narrativa emocional orienta todos os filmes.

01

Tiago chama

Rosto, pergunta e um foreground forte criam curiosidade.

02

A vida prova

Tarefa, descoberta e reação transformam argumento em experiência.

03

A Claro conclui

Benefício, informação e vermelho fecham com pertencimento.

CuriosidadeReconhecimentoPrazerPertencimento

Mesmo sem locução, gesto, reação e marca mantêm a história legível.

02

Fotografia

Norte aprovado pela marca

Mais contraste. Mais cor. Mais vida.

Grande angular próxima • pele quente • vermelho em ação • ciano no ambiente • energia popular com acabamento premium

Fotografia — opção A

A

Solar pop

Sol recortado, pele muito viva e cor afirmativa. É a leitura mais próxima, brasileira e comercial do mesmo norte estético.

Mais popular e expansiva

Referências do clima solar pop

Soccer Deserves Pepsi

Sala clara, camisa de time e reação grande. A energia popular que o filme de TV+ precisa.

Referência de luz — janela

Sol batendo na janela e desenhando a mesa. Luz que já é direção, sem refletor aparente.

Referência de luz — escada

Recorte de sol na escada e a personagem entrando nele. Volume de graça.

Referência de luz — tapete

Sombra da janela riscando o chão com a criança dentro. Solar e afetivo ao mesmo tempo.

enerBIO x Rossmann

Luz aberta, cor saturada e o gesto de pegar o produto. Referência de produto entrando sem frieza.

IKEA — Balkonas

Luz natural de janela e madeira, com a cena inteira legível em um plano só.

Swyft — Beautiful Living

Sofá vermelho, luz de janela e pele viva. A leitura mais brasileira da paleta.

Swyft — Beautiful Living

Contraluz quente na cozinha, cor no figurino e nenhuma sombra dura no rosto.

Referência de sala

Sala cheia de cor e objeto com o sol entrando de lado. Brasil sem folclore, em imagem.

Fotografia — opção B

B

Gráfica cromática

Contraste mais duro, pretos densos, vermelho e ciano separando planos. A casa ganha volume e a tecnologia parece mais desejável.

Mais moderna — recomendada

Referências do clima gráfico cromático

Dream 2000

Sala inteira construída em verde e vermelho, com preto fechando o fundo. É o volume que a gente quer na casa de TV+.

Glovo — Ding Dong

Noite em casa resolvida com luz prática e vermelho no ambiente. Prova que dá pra ter cor sem estourar a pele.

Graza — Seriously Serious

Vermelho tomando parede e piso, com um ponto quente no centro. Saturação alta sem virar cenário.

LNGSHOT — Saucin’

Preto denso segurando a sala e a cor vindo só das luzes práticas. É o contraste que separa os planos.

NOW TV — La TV come sei tu

Ciano no fundo e vermelho na frente separando profundidade. A leitura em camadas que o filme pede.

SNB

Parede vermelha, vegetação e pele quente na mesma cena. Cor afirmativa que ainda deixa o rosto bonito.

Always Ketchup

Cozinha em vermelho e ciano com muito preto no meio. O ambiente vira gráfico sem perder a comida na mão.

Clorox — February Sucks

Janela azul recortando a menina contra o interior quente. É o ciano do ambiente que a gente quer no fundo.

Fotografia — opção C

C

Quente premium

Madeira, âmbar e blue hour com cor controlada. Mantém vibração, mas troca exuberância por sofisticação e textura.

Mais chic e cinematográfica

Referências do clima quente premium

Quilted Northern — Within a Moment

Casa clara, textura e cor controlada. Sofisticação sem esfriar o ambiente.

Referência de luz — fim de tarde

Blue hour entrando pela porta de vidro e âmbar dentro de casa. Duas temperaturas no mesmo plano.

Referência de luz — madeira

Madeira, âmbar e um único objeto no quadro. Acabamento premium com pouca informação.

Referência de luz — device

Sombra dura sobre a mesa e o celular no centro. Como filmar device sem parecer catálogo.

Kaufland — Prices

Casa retrô com madeira quente e vermelho pontual. Memória e sofisticação na mesma cena.

Swyft — Beautiful Living

Luz âmbar rasante no chão com a criança brincando. Calor sem perder o controle de cor.

03

Linguagem cinematográfica

Câmera e movimento

Reta, dura e motivada.

Dolly-in • aproxima a decisão
Pan / whip • muda o eixo
Tilt / fixo • revela e deixa respirar
Dolly-inpesoPan secodescobertaTiltescalaWhip camconexãoPlano fixohumor

A técnica só entra quando o corpo, o objeto ou a informação dão o impulso.

Técnica 01 · whip pan de corpo

O chicote nasce do ombro ou do braço e chega na mesma altura e energia. Preserva a cena inteira, sem corte.

Amazon — The Best

Dois olhares ligados por um chicote no mesmo eixo. É o movimento autoral 01 na veia.

Grind — Better Coffee

Chicote que passa de um personagem pro outro dentro do mesmo ambiente. É o nosso blocking em grupo.

Grind — Better Coffee

Mesma ideia em outra velocidade. Dá pra ver como o ritmo muda o humor.

Sharjah Book Authority

Ator falando pra câmera e o chicote saindo do corpo dele. É o Tiago atravessando a casa.

Subway — Get Fired Up

Da sala até a porta em um chicote só, com a comemoração no meio. Casa inteira legível.

Chicote entre grupos

Movimento contínuo que passa de um grupo pro objeto. Serve direto pro nosso match action.

Técnica 02 · match action e transição de objeto

Telefone, controle, caixa ou ferramenta atravessam a lente com a mesma escala e direção. O produto vira a edição.

Birkenstock — Next of Kin

Match cut que troca de lugar sem trocar de escala. O objeto vira a edição.

Pinterest — Discovery

Chicote entre mãos e objetos mantendo o eixo. Referência direta do movimento autoral 02.

Lunter

Swipe horizontal ligando duas cenas. Transição seca, sem efeito por cima.

eBay — Like New

Whip que resolve como corte: sai de um espaço e entra em outro na mesma direção.

Pinterest — Discovery 75

Transição de porta que muda de mundo. Vale pro corte entre benefícios.

Pepsi — Play Never Stops

Whip com produto no primeiro plano. Pop e proprietário.

Técnica 03 · pan seco, dolly-in e plano que revela

Movimento sempre motivado por corpo, objeto ou informação — nunca por vontade de mexer a câmera.

Deichman

Pan seco que corrige e revela — a mesma lógica da mãe de cabeça pra baixo.

Aspiration

Câmera que atravessa o espaço apresentando personagens em fila. Boa pra 'a vida prova'.

Depop — Depoponomics

Plano largo com muita ação simultânea e câmera firme. A casa como palco.

Sparebank

Movimento motivado por gesto: a mão bate e a câmera vai junto.

Sparebank

Dolly-in que aproxima a decisão sem precisar cortar.

Lente

18–21 mm

Entrar na situação

Câmera muito próxima, foreground grande e casa inteira legível. É a lente do primeiro hook e da descoberta física.

Mais moderna, pop e energética

Lente

24–28 mm

Organizar relações

Equilibra proximidade, corpo e arquitetura. É nossa base para blocking em grupo e humor dentro do mesmo plano.

Mais natural e versátil

Lente

28–32 mm

Proteger a atuação

Aproxima reação e diálogo sem desligar o personagem do ambiente. Mantém energia com um pouco mais de elegância.

Mais chic e precisa

04

Locação

Locação — opção A

A

Tropical brasileira

Varanda, cobogó, madeira e continuidade interior–exterior. Funciona porque permite várias ações no mesmo plano e entrega Brasil sem folclore.

Multi + Pós • solar e afetiva

Locação — opção B

B

Urbana vertical

Mezanino, escada, tijolo e volumes cromáticos. Funciona porque cria altura, entradas inesperadas e blocking em vários níveis.

Fibra + TV+ • gráfica e cinética

Locação — opção C

C

Retrô-gráfica

Madeira quente, sofá vermelho, arte geométrica e janela azul. Funciona porque combina memória, sofisticação e uma perspectiva frontal muito expressiva.

TV+ + Pós • chic e pop

05

Direção de arte

Arte — duas casas, muitas cenas

A arte muda o estado emocional sem trocar a arquitetura.

Casa 1 — calor e continuidade

Tecidos, plantas, louça, papel, brinquedos e sinais de uso criam família, Multi e Pós.

Casa 2 — altura e contraste

Luz prática, cabos, controle, caixas e volumes gráficos criam Fibra e TV+.

Bonito e estético, mas nunca frio: todo objeto nasce de uma ação.

Arte — três personalidades

A mesma casa pode mudar de estado sem perder identidade.

Moderna brasileira

geometria, cerâmica e vermelho pontual

Solar casual

têxteis, afeto e sinais de uso

Retrô-chic

palhinha, vidro e madeira quente

06

Elenco e atuação

Tiago Leifert

O fio condutor e o primeiro gancho de atenção.

Tiago não interrompe a vida. Ele atravessa as casas com curiosidade, timing e inteligência.

Sua naturalidade aproxima, seu acting leva todas as situações.

Acting e mise-en-scène

A tarefa vem antes da emoção.

O humor nasce do acting tentando resolver algo: uma conta, um móvel, um jogo, uma selfie.

Seguramos a reação um segundo além do esperado — e deixamos Tiago entrar pelo acontecimento.

Naturalidade produzida, nunca posada.

Casting — opção A

A

Solar e popular

Famílias multigeracionais, rostos abertos e gestos que se sobrepõem. Diversidade brasileira com energia imediata e muito calor.

Mais próximo e expansivo

Casting — opção B

B

Comédia seca

Perfis marcantes, pausas e pequenas reações. A graça fica no olhar, na teimosia da tarefa e no contraste com Tiago.

Mais contemporâneo — recomendada

Casting — opção C

C

Chic e expressivo

Pessoas com postura, estilo e vida interna. Eleva o universo da marca sem perder afeto, diversidade ou humor.

Mais sofisticado

07

Figurino

Figurino — opção A

A

Moderno gráfico

Overshirt bordô, camiseta marinho e linhas limpas. Tiago vira um ponto de cor que conversa com a arquitetura sem parecer uniforme de marca.

Mais contemporâneo — recomendada

Figurino — opção B

B

Solar casual

Camisa azul-clara, denim escuro e textura leve. Brasil de meia-estação, arrumado e espontâneo.

Mais próximo e arejado

Figurino — opção C

C

Retrô chic

Textura, taupe e oliva com corte contemporâneo. Traz memória e personalidade sem transformar Tiago em personagem de época.

Mais tátil e autoral

08

Pós produção

Pós — light painting

O feixe é gesto. Não é moldura.

Ele nasce de um reflexo físico, responde ao movimento e só então ganha precisão de VFX.

Pode orbitar pessoas, conduzir um corte ou apontar um benefício — sempre preservando pele, device, lettering e leitura em 9:16.

Base prática no set + acabamento digital

Movimento autoral 01

Whip pan de corpo

Tiago inicia com ombro e braço.
A câmera acelera no mesmo eixo.
Chegamos na mesma altura e energia.

O movimento tem causa, velocidade e destino — e preserva cada cena inteira.

Mais físico e contemporâneo

Movimentos autorais 02 e 03

Produto vira edição. A marca conecta universos.

Match action de objeto

Telefone, controle, caixa ou ferramenta atravessam a lente com a mesma escala e direção.

Light sweep prático → VFX

O vermelho começa como reflexo, cobre o quadro e resolve como light painting.

09

Narrativa e montagem

Narrativa, montagem e retenção

Cada cinco segundos, uma nova razão para continuar.

A curva distribuída no filme de 30 segundos.

0–4s

Rosto + pergunta

Tiago e um foreground forte.

01
4–12s

Prova + descoberta

A câmera revela a tarefa.

02
12–22s

Re-hook

Mudança de escala, eixo, som ou luz.

03
22–30s

Benefício + marca

Reação confirma; Claro conclui.

04

Hooks que servem à história: olhar direto, objeto enorme, entrada corporal, pan seco, mudança sonora, feixe vermelho e reação inesperada. Nos 15″ e nos 6″ a mesma curva acontece comprimida, sem trocar de ordem.

Mood dos filmes

Cenas que representam algo que quero levar para a criação.

Não é decupagem. Cada referência abaixo carrega um comportamento, uma luz ou um gesto que serve de ponto de partida para o filme correspondente.

Filme 01 de 04

Filme Multi

Contas, casa cheia e vida em camadas

25 cenas de referência
01
Casa aberta, casal ao fundo

Primeiro plano forte com a vida do casal acontecendo atrás. É a abertura do filme.

02
Sala em camadas

Várias ações no mesmo plano, sem precisar cortar.

03
Falando pra câmera

Olhar direto no meio da cena, sem quebrar o que acontece em volta.

04
Pergunta pro espectador

Personagem que interpela a câmera e ainda pertence ao ambiente.

05
Casal conversando ao fundo

A câmera escolhe quem escutar sem sair do plano.

06
Conversa doméstica

Diálogo pequeno que sustenta a cena sem virar novela.

07
Pegar o controle

O gesto de ligar a TV virando o corte.

08
O device em ação

Produto entrando pela mão, não pela vitrine.

09
Revelar quem está no sofá

Movimento que abre a cena e apresenta a família.

10
Mudança de escala

A câmera recua e o ambiente cresce junto com a informação.

11
Corpo invertido

Enquadramento que só se resolve quando a câmera corrige. É a piada da mãe de cabeça pra baixo.

12
Exercício em casa

Aula acontecendo no device, no meio da casa.

13
Aula pela tela

O tablet como parceiro da atividade, não como prop.

14
Yoga no quintal

Calma e luz de fim de tarde no jardim.

15
Selfie de família

Todo mundo se ajeitando pra caber no quadro.

16
Foto no quintal

Grupo reunido com a casa atrás, sem pose de estúdio.

17
Chamar todo mundo

O gesto de puxar a família pra perto antes do clique.

18
Retrato coletivo

Braço estendido e rostos colados — o plano do Pós já aparece aqui.

19
Riso real

Reação espontânea depois do clique.

20
Família no quintal

Luz natural, afeto e nenhum arranjo forçado.

21
Todo mundo junto

Grupo grande resolvido em um plano só.

22
Sala completa

Pai e mãe no notebook e os filhos na TV, tudo legível no mesmo quadro.

23
Casa em uso

Cada um numa tarefa, sem ninguém parado esperando a deixa.

24
Convivência

Gente dividindo o mesmo espaço com energias diferentes.

25
Fecho de família

Plano final com todo mundo em relação, pronto pra assinatura.

Filme 02 de 04

Filme TV+

Encontro, torcida e projeção

29 cenas de referência
01
Encontro ao fundo

A galera rolando atrás enquanto a frente segura o argumento.

02
Grupo no sofá

Turma assistindo lida em profundidade, sem precisar cortar.

03
Reação em bloco

Torcida dentro de casa reagindo junto, no mesmo gesto.

04
A TV como luz

A tela acende o ambiente e vira luz prática da cena.

05
Comentário lateral

Fala de canto com reação pequena. Comédia seca.

06
Só a sobrancelha

Reação mínima que já entrega a piada.

07
Explicando sem convencer

Um explica, o outro não compra. Timing de tarefa.

08
Troca de olhares

Duas reações no sofá em menos de um segundo.

09
Tela grande em família

Todo mundo dividindo a mesma tela, marca aparecendo no ambiente.

10
Torcida com comida na mão

Reação coletiva sem coreografia — é o realismo que queremos.

11
Casa vira arquibancada

Todo mundo no mesmo movimento, sofá como geral.

12
Uniforme em casa

Torcedores paramentados com a luz da TV batendo neles.

13
Mesa e reação

Grupo comendo e reagindo junto. Ritmo de mesa.

14
Sofá cheio

Reação em cadeia, um puxando o outro.

15
O pulo

O pico de comemoração — o topo da curva de reação.

16
Torcida inflamada

Energia alta dentro de casa sem gritaria falsa.

17
Mão no fone

Gesto de apertar o fone que já funciona como transição.

18
Fone entrando

Colocar o fone em close com o som mudando junto.

19
Botão do fone

Produto em ação, em primeiro plano, sem parecer demo.

20
Fone e cidade

Produto entrando com o ambiente ainda legível atrás.

21
Mesma ação, mais seca

Serve pra comparar ritmo na hora da montagem.

22
Reclamando com a TV

Raiva cômica com o juiz, não drama.

23
Projeção no quintal

Projeção na parede ao ar livre com o grupo montado na frente.

24
Quintal vira cinema

Luz vindo do projetor e o grupo em silhueta.

25
Projeção grande

Escala da imagem projetada e silhuetas na frente. Desenho de plano pronto.

26
Sombra na projeção

A sombra do corpo entrando na imagem projetada. É o gag do roteiro, resolvido.

27
Silhueta contra a luz

Mesmo efeito com mais drama — bom pro re-hook.

28
Todo mundo no mesmo quadro

Fecho com o grupo junto, clima de fim de encontro.

29
Turma reunida

Plano aberto com o grupo inteiro e ninguém posando.

Filme 03 de 04

Filme Fibra

Tarefa, tutorial e geografia do problema

18 cenas de referência
01
Criança no tablet

Desenho na tela com a casa seguindo viva ao fundo.

02
Conversa entre cômodos

A câmera escolhendo quem escutar dentro do mesmo plano.

03
Pai no notebook

Trabalho acontecendo com a casa viva em volta.

04
Mesma cena, outra distância

Bom pra comparar 24 e 28 mm no mesmo blocking.

05
Tela acendendo o rosto

Luz do jogo como fonte prática no rosto dela.

06
Menina jogando

Corpo inteiro na jogada — reação física, não só dedo na tela.

07
Device e reação juntos

Produto e rosto resolvidos no mesmo plano.

08
O olhar pro Tiago

Quebra de quarta parede que não parece atuação.

09
Montando o móvel

A montagem virando comédia física, com a tarefa mandando na cena.

10
Ferramenta e teimosia

A tarefa antes da emoção, exatamente como o tratamento propõe.

11
Instrução na tela

O passo a passo aparecendo enquanto o móvel resiste.

12
Bagunça do chão

Plano mais aberto mostrando o tamanho do problema.

13
Tutorial no notebook

A tela ensinando e o rosto não entendendo nada.

14
Notebook como parceiro de cena

A tela participa da ação em vez de ser prop.

15
Peças pelo chão

O chão como mapa do problema. Geografia da tarefa.

16
Pai e filha vendo jogo

Reação alinhada entre os dois, sem precisar de diálogo.

17
Sala de TV em profundidade

Camadas entre quem assiste e quem chega.

18
Apontar e a câmera ir

Aponta de um cômodo e o movimento vai buscar. É a mecânica do filme.

Filme 04 de 04

Filme Pós

Foto, selfie e pertencimento

6 cenas de referência
01
Família posando

Alguém dirigindo a foto — é o lugar do Tiago na cena.

02
Foto que sai torta

Retrato de família saindo espontâneo, sem pose de estúdio.

03
Entrar na frente do celular

O gesto de invadir o quadro e virar parte da foto.

04
Todo mundo cabendo

A bagunça boa de se ajeitar pra caber na selfie.

05
Braço estendido

Rosto perto da lente com o grupo atrás. É o plano-âncora do Pós.

06
Selfie de noite

Luz de tela no rosto — onde o feixe vermelho entra depois.

10

Som e trilha

Desenho de som

A casa vira percussão.

Papel, controle, madeira, cabo, notificação, respiração e reação criam uma base concreta. O design entra para estender direção, velocidade e impacto.

Realidade primeiro. Design depois.

11

Adaptação de formato

Informação e formatos

Vender sem tirar a vida do quadro.

O objetivo é proteger rosto, gesto, produto e mensagem desde a filmagem — para que a informação pareça parte da cena, não uma camada colocada depois.

30″

a curva inteira, com espaço para o humor respirar

15″

chamada → prova → marca

6″

um gesto, um benefício, uma assinatura

9:16

Tiago, reação e device no eixo central

Captação-mãe 16:9 · desdobramento 9:16 previsto em blocking e lente, nunca um crop tardio.

Lettering espacial quando reage ao ambiente. Card ancorado quando a densidade comercial pedir.

12

Thumbnail Scenes

A imagem inesquecível

Tiago dentro da família. O telefone perto. A Claro circulando a relação.

Funciona como plano, thumbnail, OOH e memória da campanha.

Planos-âncora

Plano-âncora 01 — Multi

Contas em camadas

Foreground comercial, Tiago no eixo e família em tarefa.

18–21 mm · descoberta

Plano-âncora 02 — TV+

Projeção e resposta coletiva

Device próximo, espaço em profundidade e reação de grupo.

24–28 mm · pertencimento

Plano-âncora 03 — Fibra

Geografia do problema

Chão, ferramentas e blocking revelam a tarefa sem explicar demais.

18–24 mm · prova

Plano-âncora 04 — Pós

Selfie de pertencimento

Rosto, device e feixe Claro resolvidos em um único gesto.

24–28 mm · marca

Visão do diretor

Poucas marcas abrem um desafio desse tamanho.

A Claro tem escala, calor e uma cor que é só dela. Evoluir a linguagem de uma marca assim não é uma oportunidade que apareça toda hora — e é exatamente o tipo de trabalho que a gente gosta de fazer.

O que este tratamento propõe é simples: preservar tudo o que já funciona e acrescentar autoria onde ainda cabe. Lente, movimento, cor e humor a serviço da mesma história.

Estamos animados com o desafio. Seria um prazer construir esses filmes com vocês.